Não adianta imaginar o porque de tudo

Não adianta imaginar o porque de tudo
Nem imaginar todas as razões,
Não adianta imaginar o porque de tudo,
isso nunca vamos descobrir
Quando o galo cantar rompendo a aurora,
dê uma olhada pela janela e terei ido embora
Você é a razão pela qual volto na mesma hora

É em vão acender sua luz,
sua luz brilhante de lamparina
É em vão acender sua luz,
eu não vejo a claridade do seu dia
Ainda assim desejo que haja algo que me diga,
que me faça lembrar sua a luz que ilumina
que me oriente nas noites perdidas

É em vão chamar alto pelo meu nome
Seu grito eu não ouvia
É em vão chamar alto pelo meu nome
Seu grito
Fico pensando por todo o caminho
Eu gostava de alguém e não dei carinho
Mas estou disposto a preencher meu vazio

Ando por essa estrada longa e solitária
Qual é o meu destino, não sei dizer
Adeus é uma coisa difícil de fazer
Então até logo é o que vai ser
Poderíamos arranjar uma solução, não sei qual
Seria apenas perda de tempo, paciência e tal
O arco-íris não existe para nós no ponto final